Mamã se os rios vão para o mar e do mar vão para o céu e do céu caem para fazer a chuva, achas que a Regina pode já não estar no céu e já caiu num hospital dos cães e está lá à nossa espera?
segunda-feira, 11 de julho de 2011
segunda-feira, 30 de março de 2009
Regina Julho 2006- 27 Março 2009
Fomos obrigados a fazer o papel de Deus, e decidir sobre a vida de outro ser.
quinta-feira, 26 de março de 2009
Nuno-37 Anos
Não vai ser um dia para festejar, o Regina foi envenenada à dois dias, e está em casa connosco a soro paralisada. As hipóteses não são muitas, e temos de tomar uma decisão.
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
Regina Deprimida
Quando o Nuno está em casa persegue-o como uma sombra. Qualquer movimento que ele faça, ela vai atrás. Quando ele não está, deita-se sozinha no escuro da casa-de-banho onde nunca ninguém vai, e só se levanta uns 2 minutos antes dele chegar a casa.
sexta-feira, 26 de setembro de 2008
sexta-feira, 14 de dezembro de 2007
Prendas
No jantar para comemorar os anos da C, o Natal, o baptizado da Madalena e o nosso casamento, com as minhas friends, sem menosprezo das outras prendas recebi três que me tocaram muito. Um anjinho da guarda para a Madalena com a data do baptizado, uns sapatinhos Bordeaux para substituir os que a Regina destruiu, e o meu querido Galo de Barcelos que muda de cor consoante o tempo. Obrigado Amigas.
quinta-feira, 6 de dezembro de 2007
Mais uns sapatos novos ruídos pela Regina

Usados uma vez da Jacadi, ou seja baratinhos como calculam, e bordeaux também. Moral da estória, sapatos bordeaux já só resta um par.
quarta-feira, 14 de novembro de 2007
Estou Triste

Ontem a Regina roeu umas meias novas da Madalena, pensei que tinha sido um episódio isolado, uma vez que ela nunca roeu nada meu ou do Nuno, e nós não temos qualquer problema em deixar roupa nossa ao alcance dela, meias no chão, sapatos, camisas no sofá...
Mas hoje de manhã depois do Nuno a ter levado à rua e ter voltado para casa, voltando-se a deitar com a Madalena no meio de nós os dois, a Regina levou para a varanda e destruiu um sapato de veludo Bordeaux, um sapato verde aos quadrados, e abriu com o focinho uma arca de vime (difícil de abrir) de onde tirou e destruiu um conjunto de babete, copo, prato e colher, uma esponja de banho, uma mala da Hello Kitty, um conjunto de etiquetas a dizer Madalena (tudo por estrear).
Sei que é por ciumes, mas não sei como agir, deixei-a de castigo todo o dia na varanda, depois do Nuno lhe ter ralhado, e com as coisas que destruiu lá fora com ela.
Não é só pelo valor sentimental das coisas que ela destruiu (todas elas oferecidas, por um familiar, um amigo) que eu estou triste, é por saber que não consigo ter tudo o que pertence à Madalena longe do alcance dela, e por saber que apesar de até agora ela só demonstrar carinho para com a bebé, não saber se um dia não lhe passa pela cabeça fazer uma "maldade" à Madalena, como aconteceu com 2 casos muito próximos de mim, e que acabaram num dos casos com o abate da cadela. É por não saber como agir.
sexta-feira, 9 de novembro de 2007
Quais são as probabilidades???
Quais são as probabilidades de pôr a sorrir 2 transeuntes logo pela manhã, enquanto se sacode a carpete da cozinha na varanda?
Muitas, se morar-mos num 2º andar, a varanda for de grades, estivermos de robe vestido e não nos ocorrer que este se levanta de cada vez que se sacode a carpete.
Imensas, se acrescentar-mos a isso o facto de termos uma cadela a lamber-nos as pernas e estar-mos sem cuecas.
quarta-feira, 31 de outubro de 2007
terça-feira, 30 de outubro de 2007
Desculpem a falta de tempo
Com os anos da avó, com os anos do padrinho com as 3 corridas de 80km ao veterinário para esterilizar a Regina e com os preparativos para a limpeza e enfeite das campas e jazigos, não tenho tempo nem para me coçar.
Espero conseguir escrever amanhã à noite.
quinta-feira, 13 de setembro de 2007
A minha Regina
Não está a usufruir das férias como devia.
Em vez de brincar com o amigo Leonardo, como costumava fazer, quando nós a soltamos de manhâ fica à porta, e só sai da soleira quando a Madalena sai.

